Agrihub dá a largada em 2017

Membros do projeto Agrihub participaram esta semana de uma dinâmica feita pela empresa americana IBM (International Business Machines) – uma das parcerias do projeto.

A atividade faz parte da primeira etapa do Agrihub – projeto lançado em outubro do ano passado, desenvolvido pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar-MT) e a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato).

Segundo o superintendente do Imea e coordenador do projeto, Daniel Latorraca, o objetivo da dinâmica foi conhecer a metodologia para adaptá-la à realidade do campo e aplicá-la nas reuniões que ocorrerão a partir do mês de abril nos municípios de Sorriso, Campo Verde, Campo Novo do Parecis, Água Boa, Tangará da Serra e Rondonópolis.

O projeto será apresentado nestes seis municípios para um grupo seleto de produtores rurais com aptidão tecnológica, empreendedores e que valorizam pesquisas. Na oportunidade, os participantes irão destacar os principais problemas dentro da porteira para que, numa próxima etapa, o Agrihub retorne com as sugestões de soluções tecnológicas.

O Agrihub é uma rede de inovação em agricultura e pecuária que entende as necessidades dos produtores e os conectam com startups, mentores, empresas, pesquisadores e investidores, criando um ecossistema de inovação e empreendedorismo no agronegócio, a fim de conceber ou adequar soluções tecnológicas com base nas necessidades reais dos produtores de Mato Grosso.

“Hoje, apesar de todo o movimento que existe de startups, observamos que as tecnologias existem, mas, principalmente para nossas culturas, não estão sendo disseminadas no campo para resolver os problemas dos produtores. O Agrihub existe para fazer essa ponte entre a tecnologia e o campo, ajudando as pessoas que estão desenvolvendo tecnologias para problemas no campo e, num segundo momento, ver como elas se ajustam ao perfil do produtor. É o Agrihub se propondo a ajudar o produtor a aumentar sua eficiência dentro da porteira através das novas tecnologias”, explica Latorraca.

Para 2017, o Agrihub atuará em três frentes. A primeira será para realizar as reuniões no interior do estado para levantamento das principais necessidades. Além disso, será o momento de identificar as fazendas “alfa”. Nome dado para determinar as propriedades rurais que farão discussão e teste das tecnologias mapeadas pelo projeto. Na segunda frente, o Agrihub irá provocar e auxiliar no desenvolvimento de soluções que ainda não existem no mercado. E a terceira frente serão os eventos de conexão, ou seja, dias de campo nas fazendas que terão demonstrações das tecnologias já prontas para apresentar.

Participaram da reunião o assessor de Relações Institucionais do Senar-MT, Rogério Romanini, o superintendente, Otávio Celidonio, produtores rurais, analistas do Imea e gestores da Famato e do Senar-MT.

Para saber mais sobre o Agrihub acesse: www.agrihub.org.br.

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